segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Um dia você aprende que...

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ame, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para, para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar, que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.”

William Shakespeare

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Uma visão de Sagitário

Não é difícil escrever sobre Sagitário, o 8 signo do zodíaco e o terceiro do elemento FOGO, depois de Áries e Leão.

Há poucas defesas no comportamento dos sagitarianos e, intencionalmente ou não, expõem o que pensam, o que sentem e o que anseiam de uma maneira que vai além da simples naturalidade.

Extrovertidos, joviais, otimistas e vibrantes, dão a impressão de que a vida é pródiga com eles – na maior parte do tempo.

Um problema nunca tem a dimensão real porque minimizam o que não se encaixa na visão idealizada que têm do mundo.

Encontram justificativas para o que não dá certo, param pouco tempo para pensar nos próprios erros – são auto-indulgentes -, endentem que sempre há algo interessante para aprender, inclusive ou principalmente, nos momentos mais difíceis.

Com o olhar posto num futuro que é sempre mais promissor que o presente, são movidos à curiosidade e buscam um significado maior para a existência humana. Eternos aprendizes transmitem o que registram com tanta ênfase que alimentam o interesse dos outros em aprender sempre um pouco mais.

Têm uma preocupação visível com a imagem que projetam, mas ela tem mais a ver com uma postura de eterna satisfação com a vida, do que com a aparência física propriamente dita. Raramente permitem que um problema – e eles existem, é claro – seja visto e podem camuflá-lo até para os mais íntimos. De alguma forma mostram que estar em sintonia com o universo é curtir tudo o que a vida oferece de bom e o bom sempre ocupa mais espaço na vida deles.

Generosos, não economizam elogios a quem os merece. Sentem-se bem quando irradiam energia suficiente para desanuviar um ambiente tenso, quando conseguem mostrar que sempre existe uma luz no fim do túnel e que nenhum obstáculo é intransponível. Mais ainda: que quando algo se complica, sempre aparecerá uma ajuda para descomplicá-lo... crença que geralmente funciona com praticamente todos eles.

Adaptáveis, entendem-se bem com quem os estimula intelectualmente e não ser bem informado é quase um defeito...

Não entendem como alguém pode ficar satisfeito apenas com o que é visível e tem explicação lógica, cumprindo as mesmas tarefas todos os dias, vivendo em limite determinados, ainda que bem estruturados.

Sagitário não domina sobre nada material de grande importância. Sua ação é mental, intelectual e espiritual, tendo um valor transcendente que não se mede em termos comuns. A sede de saber cada vez mais á satisfeita com leituras, cursos, palestras, debates, viagens, com tudo que possa ser explorado no contato com os outros.

Solidários amigos de todas as horas, raramente dizem “não” a quem quer que seja, mesmo que prometam o que intimamente, sabem que não poderão cumprir. A intenção real. No entanto, é de dar conta de tudo o que prometem...

Raramente recusam um convite, organizam o que beneficia um grupo inteiro, prontificam-se a resolver o que vai além de suas responsabilidades, mas nem sempre o que dizem é levado a sério, ainda que sejam facilmente perdoados quando um compromisso é esquecido.

Sobra idealismo e falta praticidade. Inteligentes, dão conta de todas as operações mentais com incrível rapidez, mas precisam ter quem estrutura o que de mais simples a vida exige. A necessidade de liberdade não os impede de trabalhar por muito tempo num mesmo lugar, desde que sintam que há uma estrutura forte sob os pés e espaço para tomar decisões ao mesmo tempo.

Relacionamentos estáveis demais ou muito previsíveis, ou ainda aqueles que têm ciúme como um forte componente, causam arrepios e deles podem fugir sem que nada seja explicado claramente. O sabor de aventura precisa estar presente em tudo.

Apaixonam-se por uma idéia, pessoa ou situação, com um entusiasmo quase juvenil, criando desapontamentos que surpreendem apenas a eles, com muita freqüência... A visão ampliada é responsável por muitos dos exageros – que são vistos como absolutamente normais – que exaspera quem convive com eles, sempre preocupados em desacelerar um ritmo que é rápido demais.

O tato pode faltar em momentos importantes, mas não há muita preocupação em reparar possíveis gafes.

Riem dos próprios defeitos e fazem piada do que para os outros é problema, um motivo a mais para tornar a companhia deles sempre muito solicitada.